Teologiaepragmatismo

Durante esta semana está sendo realizada a 1ª Semana Teológica Feics. Participei do evento palestrando sobre o tema: Pós-modernidade, pragmatismo e igreja, ocasião em que busquei demonstrar a influência na teologia dessa vertente filosófica capitaneada originalmente por Charles Sanders Peirce, Willian James e Oliver Wendell Holmes Jr.

Logo baixo deixo o material utilizado como base em minha exposição sobre o tema.

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Zeitgeist: O espírito do tempo presente

por Jossy Soares

O apóstolo Paulo afirmou que o mistério da injustiça já opera no mundo. Uma de suas atividades é entorpecer as mentes das pessoas de nossa época de forma que não enxerguem a verdade, por mais palpável ou lógica que seja.

Muitos estão a perguntar qual a lógica em vigor no mundo em que vivemos, quando vemos atos e posições de órgãos governamentais sobre temas do cotidiano da sociedade civil tangenciarem a inconseqüência generalizada?           

A maioria dos líderes de nossa de nossa época viveu como jovem os anos 60. Muitos deles têm caminhado a passos largos em busca da implantação de uma sociedade igualitária, pluralista, tolerante, mas invariavelmente anticristã.

O Cristianismo não se opõe às liberdades civis, até porque o Cristianismo é o grande, senão o único valor que fundamentou a liberdade das nações democráticas do ocidente. Todavia, estamos vendo claramente a colheita dos obscuros movimentos pela liberalização geral da década de 60, onde se pregava contra toda a ordem estabelecida, bem como pelo fim da civilização ocidental. É esta colheita nefasta que informa o pensamento do ativismo de plantão, bem como a mídia secular e muitos do meio artístico, em direção a uma sociedade sem Cristo e seus valores.           

Muitos ignoram que os movimentos da contracultura dos anos 60 eram na verdade um único movimento: um movimento pela nova espiritualidade. As comunidades hippies buscaram no Oriente toda uma forma alternativa de vida. Pessoas como John Lenon, influenciaram milhares de pessoas em torno de uma espiritualidade esotérica e anticristã. A ordem era buscar no sexo, na música e nas drogas uma forma de vida diversa da sociedade ocidental. A “liberdade” para esses consistia na busca do prazer acima de tudo. Livre das “amarras” da civilização judaico-cristã traduzida por conceitos de família, respeito, casamento e civismo, dentre outros.

A derrocada dos valores cristãos era o objetivo espiritual daquela onda de liberalização. O ateísmo foi um componente mínimo, quase imperceptível no movimento. Na verdade o movimento não era uma conspiração contra a religião em si, mas sim, a luta espiritual por uma nova religião global que promovesse a mudança geral na visão de mundo da sociedade de então, de forma que as artes, a política, a medicina, a educação, a filosofia e a própria religião fossem informadas por fundamentos hindus, pela Nova Era, como o próprio Raul Seixas cantou mais tarde “viva a sociedade alternativa”.           

O espírito que estava por trás daquele movimento trabalhou de forma planejada visando galgar resultados a curto, médio e longo prazo. Os resultados imediatos foram colhidos nas artes, nas drogas e nos estilos de músicas que influenciaram gerações nas três últimas décadas. A partir da década de 90 começamos a colher os frutos políticos daquele movimento.            

"... os hippies não estão mais com cabelos compridos, mal vestidos e morando em barracas ou em ambientes coletivos. Muitos deles estão de cabelos cortados, vestidos de ternos e despachando nos palácios, nas casas legislativas e nos tribunais" Peter Jones

Hoje, como diz Peter Jones, os hippies não estão mais com cabelos compridos, mal vestidos e morando em barracas ou em ambientes coletivos. Muitos deles estão de cabelos cortados, vestidos de ternos e despachando nos palácios, nas casas legislativas e nos tribunais. Aparentemente romperam com aquele estilo rebelde e aventureiro de ser, mas a ideologia daquela época continua a exercer influência sobre seus pensamentos e decisões. Até mesmo sobre decisões daqueles que não viveram a ideologia do movimento, mas, de certa forma, foram por ela atingidos.           

Estamos assistindo governos, independentes de partidos, adotando leis e decisões contrárias aos princípios cristãos. Esta onda é forte. Biblicamente ela é chamada de “mistério da injustiça”.

Por mais ilógicas que sejam as justificativas dadas a essas leis e decisões, elas adentram na ordem do dia como a cristalina vontade da democracia, apesar de subverter o direito e os fundamentos da justiça e da razoabilidade. O mistério da injustiça (2.º Tessalonicenses 2.7), o responsável por toda essa dissimulação, é um espírito de engano que tolda as mentes, entorpecendo-as, fazendo os homens não enxergarem a verdade dos fatos e a incoerência da nova ordem que o anticristo está estabelecendo neste mundo. O Profeta Daniel falou que o anticristo cuidaria em mudar os tempos e as leis (Daniel 7.25).            

O discurso ou pensamento dessa nova ordem reflete o próprio discurso do anticristo, alguém que a Bíblia descreve como dono de uma oratória que impressionará em termos de convencimento (Apocalipse 13.5; Daniel 7.8). O espírito de grandeza traduzido por arrogância retrata bem a falsa tolerância desse movimento. Tolerância é exigida somente de quem pensa contrário a eles.

Na verdade esse movimento tem uma grande carga de intolerância que despeja contra quem pensa diferente. Qualquer que pensa contrário é hostilizado, tido por fanático, fundamentalista, intolerante, ou até mesmo anormal. Assim tem sido a resposta da mídia contra o juiz Jeronymo Villas Boas, de Goiás, que ousou defender a Constituição da República face a tendenciosa decisão do Supremo Tribunal Federal que  estabeleceu a juridicidade da União Estável entre homossexuais, equiparando-a à entidade familiar em clara colisão com o artigo 226 da Carta Magna e inovando no ordenamento jurídico.           

O convencimento do discurso do movimento anticristão tem levado homens cultos e de mentes brilhantes a uma completa obscuridade e irracionalidade lógica. Muitos vêem na marcha da maconha apenas uma liberdade de expressão em torno de uma idéia. Todavia, tendem a subtrair a mesma liberdade que os cristãos têm de dizer a verdade bíblica acerca do pecado do homossexualismo. É uma lógica ilógica e entorpecida.

Na mesma linha, homens cultos têm invertido a ordem das coisas e colocado a exceção como regra. Eles ignoram que o homossexualismo é uma exceção ao padrão de normalidade estabelecido por Deus na natureza. Nesta, a união do homem com a mulher tem, dentre outros, o propósito da perpetuação da espécie, da educação dos filhos e convivência familiar. Cada criança deve ter direito a um pai e uma mãe. É claro que muitas não têm por motivos diversos, mas isto não é a regra, deve ser a exceção, ainda que respeitada.

Estamos assistindo uma ditadura de minorias minando as concepções de normalidade e se firmando contra a razoabilidade de forma tal que um jurista chega a dizer que o Supremo Tribunal Federal ao liberar a marcha da maconha, defende as minorias contra excessos da maioria. Pasmem!           

Este fenômeno que estamos a assistir não é privilégio do Brasil ou de uma nação em particular. Trata-se de mais uma fase do plano do anticristo na implantação de uma nova ordem mundial, a ordem do pós cristianismo. É mais uma fase daquilo que se semeou nos anos 60. É o mistério da injustiça em franca operação invertendo a ordem e subvertendo a coerência e promovendo todo tipo de iniqüidade. Esse mistério de iniqüidade age secreta e dissimuladamente, mas com articulação tal que a Bíblia chama de eficácia de Satanás.

O Espírito Santo é quem resiste e impede a instalação total desse sistema de iniqüidade. Por isto alguma decência ainda existe tão somente em respeito a Noiva do Cordeiro, protegida pela bandeira do Espírito de Senhor. Tão logo formos arrebatados ao encontro do Senhor Jesus, este mundo vai experimentar as conseqüências da nova ordem espiritual, sem Cristo.Que seja nosso pensamento e desejo constante: ora vem Senhor Jesus!

Jossy Soares é colaborador do blog Como Viveremos e membro da AD em Cuiabá-MT. Líder da Agência Pés Formosos e atua na evangelização universitária. Advogado com especialização em gestão pública e auditoria.

www.comoviveremos.com

por S. Michael Craven

Na semana passada tive o prazer de voltar a aparecer no programa de rádio Point of View com o meu bom amigo Kerby Anderson. Como sempre, Kerby faz um excelente trabalho de análise às mais variadas questões a partir de uma perspectiva cristã inteligente. Em causa estava a aparente falta de “discernimento” bíblico entre os Cristãos. Embora haja uma multiplicidade de fatores que contribuem para o atual estado de ignorância bíblica e teológica, o secularismo tem sido um importante fator contribuinte.

Eu acho que há muita confusão acerca do secularismo – o que vem a ser, assim como seu impacto e origem. Em termos do que o secularismo é, isso depende. Para alguns, o secularismo assegura o direito de ser livre de regras religiosas, bem como o direito à liberdade de imposição governamental da religião sobre o povo. Em suma, eles acreditam que o Estado não deve interferir em questões de consciência religiosa. Isto seria o mais próximo das intenções dos Pais Fundadores da América, cujo propósito era proteger contra as fraudes dos antigos monarcas britânicos que, arbitrariamente, declaravam o seu direito divino sobre a Igreja e acima da lei. Assim, o secularismo, neste sentido, refere-se a uma divisão adequada entre a Igreja e o Estado, com a autoridade do Estado a ser estritamente limitada em matéria de fé e conduta religiosa.

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O instituto Barna Group publicou há poucos dias o resumo das principais pesquisas realizadas pela instituição nos Estados Unidos durante o ano de 2010. O resultado fornece um retrato de como o ambiente religioso nos Estados Unidos está se transformando em algo novo e também perigoso.

A matéria fornece seis tendências principais. Vejamos:

1. A Igreja Cristã está se tornando menos alfabetizada teologicamente

As pesquisas apontaram que o que costumavam ser verdades básicas e universalmente conhecidas sobre o cristianismo, são agora mistérios desconhecidos para uma grande e crescente parte de norte-americanos. Os estudos revelaram que enquanto a maioria das pessoas consideram a Páscoa como um feriado religioso, apenas uma minoria de adultos a associam com a ressurreição de Jesus Cristo. Outros exemplos, relata a matéria, incluem a constatação de que poucos adultos acreditam que sua fé é para ser o ponto focal de sua vida ou ser integrados em todos os aspectos da sua existência. Além disso, uma crescente maioria acredita que o Espírito Santo é um símbolo da presença de Deus ou do poder, mas não é uma entidade viva. A teologia livre para todos que está invadindo as igrejas protestantes em todo o país sugere que a próxima década será um momento de diversidade teológica incomparável e inconsistência.

2. Os cristãos estão se tornando mais isolados dos não-cristãos

Os cristãos estão cada vez mais espiritualmente isolados dos não-cristãos do que era há uma década. Exemplos dessa tendência incluem o fato de que menos de um terço dos cristãos tem convidado qualquer pessoa para se juntar a eles em um evento da igreja durante a época da Páscoa. Os adolescentes são menos inclinados a discutir o cristianismo com seus amigos do que acontecia no passado.

3. Um número crescente de pessoas estão menos interessadas em princípios espirituais e desejosos de aprender mais soluções pragmáticas para a vida.

Quando perguntado o que mais importa, os adolescentes norte-americanos disseram priorizar a educação, carreira, amizades e viagens. A fé é importante para eles, mas é preciso primeiro um conjunto de realizações de vida. Entre os adultos, as áreas de importância crescente são o conforto, estilo de vida, sucesso e realizações pessoais. Essas dimensões têm aumentado à custa do investimento em fé e família. O ritmo corrido da sociedade deixa as pessoas com pouco tempo para reflexão. O pensamento profundo que ocorre normalmente refere-se a interesses econômicos. As práticas espirituais como a contemplação, solidão, silêncio e simplicidade são raras. (É irônico que os mais de quatro em cada cinco adultos dizem viver uma vida simples.)

4. Entre os cristãos, o interesse em participar da ação da comunidade é cada vez maior

Os cristãos estão mais abertos e mais envolvidos em atividades de serviço comunitário do que no passado recente. No entanto, conforme alerta a matéria, apesar dessa tendência, as igrejas correm o risco desse engajamento diminuir, a menos que abracem uma base espiritual muito forte para tal serviço, e não por estímulo momentâneo.

5. A insistência pós-moderna de tolerância é de conquistar a Igreja Cristã

O analfabetismo bíblico e a falta de confiança espiritual fez com que os americanos evitassem  escolhas baseadas  na exigências bíblicas, com medo de serem rotulados de julgadores (ou preconceituosos). O resultado é uma Igreja que se tornou tolerante com uma vasta gama de comportamentos moralmente e espiritualmente duvidosos. A idéia de amor foi redefinido para significar a ausência de conflito e confronto, como se não existem absolutos morais que vale a pena lutar. Isso não pode ser surpreendente em uma Igreja na qual uma minoria acredita que existe uma moral absoluta ditada pelas escrituras.

6. A influência do cristianismo na cultura e na vida individual é praticamente invisível

O cristianismo é sem dúvida a cosmovisão  que mais influenciou a cultura americana do que qualquer outra religião, filosofia ou ideologia. No entanto, isso não tem corrido nos últimos tempos.

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Acredito que essas “tendências” não são novidades. Já que há muito tempo temos falado sobre esses temas aqui no blog, sobre a influência da pós-modernidade na igreja cristã. De qualquer forma, as pesquisas servem como alerta para os cristãos, tanto dos Estados Unidos como do Brasil.

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” ( Rm 12:2 )

Fonte> www.comoviveremos.com / Com dados do Barna Group

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por César Moisés Carvalho
 
Já vai longe o tempo em que a estética tinha uma base comum que pretendia ser o reflexo da simetria do universo. O que se vê atualmente é a banalização de qualquer expressão artística que tenha a pretensão de retratar a ordem que pressupunha ser absoluta no cosmo. Foi assim durante todo o longo período do domínio imperial macedônio. Mas como nada dura para sempre e, para tomar emprestado o aforismo do filósofo pré-socrático Heráclito, a única coisa permanente é a mudança, ela chegou e, infelizmente, com ela foi por água abaixo qualquer noção de beleza, arte ou estética como extensão do sistema que rege o universo.1

por Valmir Nascimento Milomem

Definir o termo pós-modernidade não é uma tarefa fácil. Aliás, o debate em torno do assunto já inicia no próprio significado da expressão pós-modernismo, o qual encerra uma gama variada de significados a depender do ângulo em que se observa. Por esse motivo, Rubem Amorese, em tom de humor, escreve: “O que é a pós-modernidade? Resposta: não sei. E tem mais: ninguém sabe. Se soubessem, não a chamavam de ´pós alguma coisa´. Chamavam-na pelo nome. Mas chamam-na de pós-modernidade porque só sabem até a modernidade”.[1]

De fato. A expressão pós-modernidade não possui um significado unívoco ou estático. David Lyon adverte que “pós-modernidade é um conceito multifacetado que chama a nossa atenção para um conjunto de mudanças sociais e culturais profundas que estão acontecendo neste final de século XX em muitas sociedades “avançadas”. Segundo ele: “Tudo está englobado: uma mudança tecnológica acelerada, envolvendo as telecomunicações e o poder da informática, alterações nas relações políticas, e o surgimento de movimentos sociais, especialmente os relacionados com aspectos étnicos e raciais, ecológicos e de competição entre os sexos”. (Pós Modernidade, Paulus)

Stanley Grenz também observa que “o pós-modernismo refere-se à atitude intelectual e às expressões culturais que estão se tornando cada vez mais predominante na sociedade contemporânea”. (Pós-Modernismo, Vida Nova)

Como se percebe, não é possível atribuir um conceito estanque ao fenômeno em estudo. Nesse sentido, a análise conceitual e etimológica não é o melhor caminho para compreendermos o teor da pós-modernidade. Mesmo porque, a expressão traz em seu núcleo certo aspecto paradoxal, conflitante. Vejamos: Moderno, entende-se, é aquilo que é novo, recente, do tempo presente. Desta forma, pós-moderno seria o pós-novo, o pós-recente ou o pós-presente.

Sem embargo, porém, vale registrar que o termo pós-moderno talvez tenha sido empregado pela primeira vez na década de 30 para se referir a uma importante transição histórica que estava em andamento e também como designação para certos desenvolvimentos nas artes. Todavia, como anota Stanley Grenz, o pós-modernismo não ganhou atenção generalizada até a década de 70. No início, diz Grenz, denotava um novo estilo de arquitetura. Em seguida, invadiu círculos acadêmicos, primeiramente como rótulo para as teorias expostas nos departamentos de Inglês e de Filosofia das universidades. Por fim, tornou-se de uso público para designar um fenômeno cultural mais amplo. (Pós-Modernismo, Vida Nova)

Além disso, alguns escritores costumam diferençar entre pós-modernidade e pós-modernismo. O pós-modernismo, segundo afirmam, teria a ver com uma atitude intelectual e com uma série de expressões culturais.  Já a pós-modernidade, refere-se a uma época emergente; tem a ver com mudanças sociais.

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por Leonardo Gonçalves

Vejo em nossos dias certa preocupação em alguns pastores – principalmente a liderança mais jovem – em estabelecer para o futuro uma igreja que entenda e respeite as diferenças culturais, promovendo um intercambio cultural sadio. A preocupação com os temas sociais também aumentou, e o eco de Lausanne ressoa timidamente no Brasil, com três décadas de atraso. Finalmente, visionários começam a enxergar a possibilidade de termos uma igreja que expresse o amor de Deus aos homens de forma plena, prática, integral.

Neste caminho, porém, há certos riscos que precisam ser evitados, para não cair na cilada de, neste afã por ser relevante, acabar assimilando tudo de ruim que o secularismo e o pós-modernismo gerou. Dentre os perigos que encontramos neste emocionante caminho, destaco alguns que são os mais comuns: (mais…)

Eis mais uma excelente obra de Charles Colson, agora em parceria com Harold Fickett, de leitura absolutamente indispensável àqueles que gostam dos temas cosmovisão cristã e pós-modernidade. Parte do release:

“Este livro fala de “ortodoxia, ou ‘fé correta’, as convicções centrais que têm unido os cristãos através dos tempos. Hoje, é absolutamente importante entender essa fé, porque vivemos numa época em que os cristãos e a civilização que eles ajudaram a construir estão sendo atacados”.

“Verdade, o cristianismo bíblico muitas vezes sofre distorções pela mídia, abuso por políticos, e ensino errado por acadêmicos, o que o leva a ser mal-entendido pela maioria dos norte-americanos. Todos se beneficiarão da leitura deste livro — céticos, interessados, cristãos recém-convertidos, cristãos de longa data. É um resumo claro, conciso e desafiador daquilo em que os seguidores de Jesus de fato creem.” — Rick Warren, pastor da Igreja Saddleback, autor de Uma vida com propósitos e Uma igreja com propósitos, entre outros, publicados por Editora Vida”.

Editora Vida