Foi lançada a Bíblia “Rainha James” (Queen James)

By | 05/01/2013

biblia-gayPor André Sanchez

Como foi amplamente divulgado pela imprensa nessa semana, ativistas gays resolveram lançar sua própria Bíblia, onde, principalmente, os versos que condenam a prática homossexual foram “reeditados” para mostrar às pessoas que não existe condenação alguma da parte de Deus à prática homossexual (segundo essa Bíblia). Essa Bíblia foi batizada de “Queen James Bible” – (Bíblia Rainha James). O nome faz alusão à “King James Bible” (Bíblia Rei James), batizada originalmente em referência ao rei James da Inglaterra, que autorizou a primeira tradução para o inglês mais de 400 anos atrás. Como sempre desqualificar algo ou alguém parece ser a forma de afirmarem suas convicções.

Que os ativistas gays travam uma batalha contra aquilo que a Bíblia diz a respeito de suas práticas, todo mundo já sabe. Porém, essa iniciativa deles foi bem ousada agora. Apesar de terem sido ousados, a iniciativa apenas demonstrou claramente que eles fizeram uma manipulação dos textos para encaixar sua filosofia de vida e ficarem com sua consciência tranquila – Se já estivessem tranquilos por que precisariam fazer uma tradução da Bíblia adaptada aos seus interesses? Além disso, demonstrou também que, apesar de eles negarem, e até de certa forma rejeitarem a Bíblia, parece que a Palavra de Deus ainda cumpre o seu papel na vida do ser humano, incomodando o coração e confrontando o pecado, assim como disse o profeta Isaías a respeito da Palavra de Deus: “assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.” (Isaías 55.11)

Vejo que essa iniciativa dos ativistas gays abre um longo caminho para que qualquer pessoa faça a sua própria tradução da Bíblia, conforme suas convicções. Assim, imagino que nos próximos anos poderemos ter Bíblias no mercado que sejam também reeditadas para que expressem a “verdade” de que Deus não vê com maus olhos o egoísmo, a avareza, a jactância (orgulho), a arrogância, a blasfêmia, a desobediência aos pais, a ingratidão, a irreverência, o desafeiçoado (sem amor), o implacável (cruel), o caluniador, o sem domínio de si, o inimigo do bem, a traição, o atrevido, o enfatuado (orgulhoso), o mais amigo dos prazeres que amigo de Deus, a prostituição, a impureza, a paixão lasciva, o desejo maligno, a ira, a indignação, a maldade, a maledicência, a linguagem obscena do falar, a mentira, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, a inimizade, a porfia (discussão, briga), o ciúme, a ira, a discórdia, a dissensão, a facção (divisão), a inveja, a bebedice, as glutonarias, a insensibilidade, a palavra torpe (palavrão), a amargura, a cólera, a gritaria, a malícia, a rebeldia, a impiedade, a profanação, o parricídio, o matricídio, o homicídio, o rapto de homens, o perjuro (jurar falsamente), a injustiça, o adultério, o maldizer… (2Tm 3. 1-4; Cl 3. 5-9; Gl 5. 19-21; Ef 4. 19-32; 1Tm 1. 9-10; 1Co 6. 9-11)

Todas essas coisas estão descritas nessa nossa tal Bíblia Sagrada, que tem sido odiada por muitos pelo fato de confrontar o homem em seus erros, a fim de que se volte à vontade de Deus. Porém, o homem prefere tapar seus ouvidos e criar a sua própria palavra conforme foi visto na iniciativa dos ativistas gays.

***
Fonte: Esboçando ideias via Púlpito Cristão

Área de comentários

opiniões

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *