Depois de uma campanha prá lá de conturbada Dilma Roussef foi eleita a primeira mulher presidente do Brasil. A “criação” de Lula sagrou-se vencedora em sua primeira disputa eleitoral para o cargo mais importante da República Federativa do Brasil. Isso é democracia!
E por falar em democracia, creio que ela corre sérios riscos com a eleição da candidata do PT, partido que caminha agora para doze anos no poder, podendo chegar a vinte caso se concretize o possível retorno do presidente Lula. Perigoso, muito perigoso.
Mas, para evitar que me chamem de rancoroso, como fez alguém no twitter, reforço aqui a necessidade bíblica de orar pela presidente eleita, como bem observou Silas Daniel. Além disso, nesse momento, faço minhas as palavras do pastor Geremias do Couto: a única coisa que muda com a eleição de Dilma Rousseff é que a partir do momento em que começar a cumprir o seu mandato, no dia primeiro de janeiro, passarei a tratá-la com a deferência que o cargo exige, porém, sempre atento aos seus atos; inclusive cobrando a concretização de suas propostas de governo.
Por isso mesmo, pergunto: E agora Dilma?
Realmente você não irá apoiar a descriminalização do aborto; não tentará impor o controle da mídia e não fará nada para perseguir a liberdade religiosa?
Vejamos.
por Valmir Nascimento




