A educação dos filhos na pós-modernidade

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Princípios bíblicos para ensinar a criança no caminho em que deve andar

Valmir Nascimento Milomem Santos

A Bíblia é muito clara sobre a origem e o propósito da família. Embora os evolucionista digam que ela seja “o resultado da aglomeração de indivíduos somente para se protegerem contra predadores”(1), as Sagradas Escrituras evidenciam que ela é um belo projeto divino.

Conforme escreve Esdras Costa Bentho, “Deus é quem decidiu criar a família. Esta foi formulada para ser um centro de comunhão e cooperação entre os cônjuges. Um núcleo por meio do qual as bênçãos fluiriam e se espalhariam sobre a terra (Gn. 1.28). Não era parte do projeto célico que o homem vivesse só, sem ninguém ao seu lado para compartilhar tudo o que era e tudo que recebeu da parte de Deus”.(2)

Por esse motivo, oportuna é a definição dada pelo Pr. Silvio Limeira de que a “família é a célula mater da sociedade”; a célula básica de toda civilização; o núcleo afetivo central de onde provém toda estrutura dos demais relacionamentos sociais. Ela é, sobretudo, uma entidade sagrada. Aliás, a única instituição que é ao mesmo tempo secular e sagrada (3). Uma família não cristã ou ateísta não é “menos família” do que um lar cristão. Contudo, é claro, o lar cristão é distinto do lar dos não-crentes: “A maldição do Senhor habita na casa do perverso, porém, a morada do justo ele abençoa” (Pv. 3.33).

“O lar cristão é a expressão mais básica do corpo de Cristo e, portanto, é uma instituição civil, arraigada na criação, e uma instituição sagrada, arraigada na redenção” Michael Horton.

Em sendo, portanto, a família a célula mater da sociedade, é imperioso admitir que quando ela vai mal, toda sociedade também irá. E, infelizmente, essa é a realidade nua e crua que a humanidade tem experimentado nessas últimas décadas: o declínio da família. Numerosos fatos comprovam essa prognóstico sombrio. Quase não há necessidade de citar estatísticas. Nesses últimos quarenta anos, desfilam continuamente diante de nós os sinais do colapso da família: divórcio, revolução sexual, aborto, esterilização, delinqüência, infidelidade, homossexualidade, feminismo radical, movimento dos “direitos das crianças”, ao lado da banalização dos lares de pais solteiros, do declínio da família nuclear e de outros sinais semelhantes. Assistimos ao entrelaçamento de uma intrincada corda que acabará por estrangular a família até a morte. (4)

Jornais e revistas diariamente nos deixam a par de crimes bárbaros envolvendo pais e filhos. Situações em que mães abandonam recém nascidos em caixas de sapato ou leitos dos rios. Pais que enforcam filhos, e filhos que maquinam contra seu genitores (lembremos do caso Richtofen). Acontecimentos aviltantes que deixam o público desconcertado. Descalabros que demonstram que verdadeiramente as famílias estão em conflitos internos. Mas não se tratam de briguinhas envolvendo discussões, debates e choros. Mais do que isso, são verdadeiras guerras travadas entre quatro paredes capazes de acabar com a vida e sonho de muitas pessoas. Batalhas evidenciadas dentro de lares que deixam marcas de terror na vida dos envolvidos.

Nas palavras de Cristo os conflitos familiares seriam um dos sinais da sua vinda: “Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão”( Mc 13:12).

À toda evidência, os valores propagados nesse inicio de século XXI romperam com tudo o que dantes havia sido registrado pelas linhas históricas da humanidade. A propagação distorcida da liberdade e a implantação cada vez mais acelerada da individualidade e autonomia dos indivíduos provocou no ambiente familiar um egocentrismo sem precedentes, resultando, portanto, no distanciamento afetivo entre os familiares.

Teoricamente, o período em que vivemos é  chamado de pós-moderno, cujas características são:

  • Hedonismo – o prazer acima de tudo;
  • Relativismo – a verdade e a moral são relativas;
  • Pluralismo – tolerância a qualquer custo;
  • Pragmatismo – os fins justificam os meios;
  • Secularismo – Rejeição da religiosidade e da atuação da igreja na sociedade;
  • Liberalismo – liberdade sem limites;
  • Antropocentrismo – o homem, e não Deus, é o centro de todas as coisas.

Voddie Baucham Jr. escreve que “não há nenhuma dúvida de que a cultura contemporânea está em crise precipitando-se rumo à destruição. Questões que antes eram consideradas assuntos definidos agora vêm à tona. Há cem anos, seria dificil prever um debate genuíno sobre a natureza e a definição do casamento, a moralidade de matar-se uma criança em meio a um processo de parto, ou se um homem é “religioso de mais” para desempenhar uma cargo no serviço público. No entanto, estas questões não somente estão sendo debatidas, mas também praticadas. O casamento entre homossexuais está tendo lugar, o aborto é um procedimento comum, e o candidatos na política regularmente sujeitam as suas convicções religiosas ao comando daqueles que os manipulam” (5).

Assim, dentro desse cenário, a educação dos filhos segundo preceitos bíblicos apresenta-se não somente como uma necessidade, mas também com um enorme desafio  aos pais; principalmente se consideramos que várias teorias apresentam-se hoje sobre como melhor educar nossos filhos. Vejamos.

A EDUCAÇÃO DOS FILHOS

NO TEMPO PRESENTE

Nos últimos tempos várias vozes tem se apresentado a fim de ensinar os pais sobre como educar seu filhos. Após o mercado editorial perceber que o tema deveria ser explorado em razão da demanda composta por pais apavorados em busca de receitas infalíveis para educação infantil familiar, uma boa quantidade de livros escritos por supostos especialistas no assunto foram lançados.

Para se ter uma idéia, já em 1997 matéria da Revista Veja revelava que os escritores da auto-ajuda haviam direcionado seus escritos para a área da educação infantil. “Depois de querer ensinar a vocês como ganhar dinheiro, fazer amigos, ficar magro, segurar o casamento, os escritores do gênero resolveram dar lições sobre como educar a criançada” (6), é o que dizia o início da matéria. A reportagem enfatizava ainda que tais obras vendem feito “pão quente porque, em geral, são escritas de olho num alvo fácil: a insegurança dos pais, que já não sabem mais o que fazer pelos filhos”. Afinal, eles trabalham fora, ficam pouco tempo em casa, carregam consigo um tremendo sentimento de culpa. Alguns tentam compensar a ausência entupindo os filhos de atividades, como natação, judô e aula de inglês. Outros buscam apoio na terapia, que custa dois ou três livros de auto-ajuda por semana e tem resultados demorados. Uma terceira leva cai na auto-ajuda.

De fato, depois de meados da década passada obras literárias direcionadas para a educação dos filhos tem crescido assustadoramente. Algumas, voltadas para a auto-ajuda, outras para técnicas psicológicas ou psico-pediátricas; sempre em tom pragmático, com dicas, receitas e planos sobre como a criança deve crescer e ter independência financeira, autonomia, segurança e sucesso na vida futura.

Nesse contexto, pais inseguros recorrem a esse tipo de expediente a fim de tentarem auxiliá-los na criação da prole. Muitos, inclusive, cristãos, que, em momento de desespero partem em busca de dicas ideais para a condução familiar. Obviamente que alguns desses livros tem muito a contribuir com os pais, porém, na grande maioria não passam de trabalhos improdutivos que nada têm a oferecer, cujos ensinamentos se resumem a receitas mal formuladas.

Não há duvidas de que a busca sobre como instruir as crianças seja legítima, afinal a  primeira lição que os pais aprendem assim que as crianças nascem, é que filhos não vêm como manual. Mas, de qualquer forma, todos nós temos à disposição o  Manual da Vida;  aquele que é capaz de instruir o homem em todos os aspectos da sua vivência, da vida à morte: a Bíblia. isso porque “Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído em toda boa obra”. (II Tm. 3.16).

A única forma de salvar e resgatar as famílias que hoje estão em franca degeneralização é voltando às raízes da Palavra de Deus. A transformação do lar, e o relacionamento sadio entre pais e filhos somente é possível a partir da renovação proporcionada pela verdade da Escrituras.

PRINCÍPIOS BÍBLICOS DA

EDUCAÇÃO INFANTIL FAMILIAR

Obviamente que não consta na Bíblia, apesar da sua completude, todas as indicações pormenorizadas dos cuidados que os pais precisam ter com os filhos, com apontamentos específicos e detalhados que vão da infância até o período adulto; entretanto, ela apresenta princípios gerais que devem nortear a vida em família e a conduta dos pais perante seus filhos. Princípios são fundamentos que dão direcionamento às nossas vidas. São diretrizes nucleares capazes de indicar o caminho pelo qual devemos percorrer. Dicas são passageiras, mas princípios são imutáveis.

“O que precisamos  é retornar aos princípios bíblicos para a educação de nossos filhos. Os pais não precisam de novos programas embalados em papel de presente de psicologia; eles precisam aplicar e obedecer a alguns poucos princípios que estão claramente expostos na Palavra de Deus para os pais” John MacArthur

Vejamos então alguns desses princípios, os quais julgamos fundamentais, sem prejuízo de outros que constam na Bíblia, que em virtude da falta de tempo não serão analisados aqui.

PRINCÍPIO DA RESPONSABILIDADE

Um dos terríveis males que assola a família hodierna é a tentativa dos pais em “terceirizar” a educação dos filhos, passando para outros a responsabilidade que compete somente a eles. Percebemos claramente a transferência da educação para o governo, escolas, creches, babás, avós, filhos maiores e até mesmo para a igreja. Alguns, pior ainda, jogam a responsabilidade para a “babá eletrônica”.

“Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele”. (Pv.22.6)

A busca moderna de repassar a responsabilidade para terceiros assemelha-se muito ao fato ocorrido no Éden após o episódio do pecado. Quando confrontado por Deus sobre sua desobediência Adão colocou a culpa na mulher. Eva rapidamente apontou o dedo para a serpente. Da mesma forma, no que se refere à educação dos filhos, temos hoje o pai que acusa a mãe. A mãe que acusa a escola. E a escola que culpa a igreja. É um notório jogo de empurra.

Sobre os estabelecimentos de ensino, o que percebemos é que hoje as crianças vão para a escola cada vez mais cedo, com 2 anos de idade em média. Algumas, pasmem, em menor idade ainda. Essa atitude é no mínimo irresponsável, já que queima etapas no que diz respeito à socialização da criança, colocando-a muito cedo em contato irrestrito com o ambiente externo, afinal, como explica Içami Tiba (7), os estudiosos do desenvolvimento infantil dividiram a socialização em três etapas:

  • Socialização elementar: até os 2 anos, quando a criança aprendia a reconhecer e a educar as necessidades fisiológicas (vontade de fazer xixi, sede, fome).
  • Socialização familiar: até 5 ou 6 anos, quando aprendia a conviver com o pai, a mãe, irmãos e demais membros da família.
  • Socialização comunitária: a partir dos 6 anos, quando começava a vida escolar.

Com isso, o contato social acontece precocemente. Ainda sem completar a educação familiar, a criança já está na escola. O ambiente social invade o familiar não só pela escola mas também pela televisão, internet etc.

Como adverte Içami Tiba: “Esses pais cobram da escola o mau comportamento em casa: “O que vocês estão fazendo com o meu filho que ele me r espondeu mal?” Ou: “A escola não o ensinou a respeitar seus pais” Até parece que quem educa é a escola e cabe ao pai e à mãe uma posição recreativa”(8).

O escritor diz ainda que “para a escola, os alunos são apenas transeuntes psicopedagógicos. Passam por um período pedagógico e, com certeza, um dia vão embora. Mas a família não se escolhe e não há como mudar de sangue. As escolas mudam, mas os pais são eternos” (9).

É claro que cada um desses entes mencionados (escolas, creches, babás, avós e igreja) possui sua parcela de responsabilidade. Não há dúvidas disso. Porém, não passam de terceiros auxiliares, já que a responsabilidade primordial de instruir a criança no caminho em que deve andar é dos pais. Compete a eles, somente a eles, a formação moral dos seus filhos. São os genitores, e não outros, aqueles que possuem a competência do ensino das sagradas escrituras a fim de amoldarem suas personalidades em conformidade com a disciplina e admoestação do Senhor. Esse é o princípio da responsabilidade.

Como adverte John MacArthur, “… o próprio Deus deu aos pais a responsabilidade de educar os filhos – não aos professores, nem aos colegas, nem às babás, nem a ninguém que não pertença à família; portanto, é errado que os pais tentem livrar-se da sua responsabilidade ou transferir a culpa quando as coisas vão mal” (10).

MacArthur diz ainda que “os pais cristãos de nosso tempo precisam desesperadamente aceitar esse princípio simples. Ante o trono de Deus, nós seremos responsabilizados se tivermos deixado os nossos filhos sob outras influências que moldaram o seu caráter em caminhos ateus. Deus colocou em nossas mãos a responsabilidade de educar os nossos filhos na disciplina e na admoestação do Senhor, e nós prestaremos contas a ele pelo nosso cuidado para com esse maravilhoso presente. Se outros têm mais influência sobre nossos filhos do que nós, somos culpáveis e inescusáveis por isso” (11).

Pais, vocês têm tentando transferir a responsabilidade de vocês?

PRINCÍPIO DA AUTORIDADE

O esvaziamento do poder das autoridades devidamente constituídas é uma das claras características desses tempos pós-moderno. O que se vê são professores reféns de alunos; pastores com medo das ovelhas e pais subordinados aos seus próprios filhos. Crise de autoridade, esse é o nome. Até mesmo a Bíblia, que em dias passados exercia supremacia e influencia perante a sociedade, hoje já não é aceita como autoridade – senão religiosa, e olha lá. Ainda, o próprio Estado tem tido a sua interferência na vida dos cidadãos restringida, imperando-se o pensamento de que cada pessoa é responsável pelo sua própria vida, sem que ninguém precise dizer o que ela pode ou  não fazer, sempre a pretexto da liberdade.

“VÓS, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra”. (Ef. 6.1-3)

De toda sorte, o apóstolo Paulo já havia “pintado” o cenário atual, denominado-o de tempos trabalhosos, afirmando que nos últimos dias haveriam homens desobedientes a pais e mães (2Tm. 3.2). É claro que a desobediência existe desde a primeira família; mas o que o apóstolo dos gentios pretendia dizer com isso, inspirado pelo Espírito Santo, é que a desobediência contra pais e mães seria uma característica predominante desse período, onde a rebeldia, o desrespeito e a insubordinação generalizada contra os pais seriam condutas normais dentro do cotidiano social. É o que constatamos.responsabilidade

Segundo a Bíblia, o pai é a legitima autoridade do lar. Ele é o cabeça da família. Aquele que detém a autoridade. Esse princípio deve ser entendido, praticado e defendido. Não se concebe que filhos se rebelem contra seu genitores, e isso seja considerado como uma prática normal.

Por outro lado, não se confunde autoridade com autoritarismo. Autoridade é legitima, o autoritarismo não. Este é o exercício ditatorial do poder dentro de casa, fazendo com que os filhos cresçam não com respeito, mas com medo de seus pais, pois tudo quanto fazem ou dizem são rapidamente  censurados, corrigidos e castigados. A truculência, a tirania, e a imposição não fazem parte da verdadeira autoridade, afinal ao invés de contribuir para o crescimento e o fortalecimento da família, promove o distanciamento dos seus entes, os quais partem em busca do seu próprio espaço.

PRINCÍPIO DO ESTABELECIMENTO DOS LIMITES

Atender as necessidades dos filhos é obrigação dos pais. Porém, faz-se preciso distinguir entre o que é necessidade do que é apenas consumismo caprichoso. Assim, estabelecer limites para os filhos é necessário e saudável. Como escreveu alguém: “Nunca se ouviu falar que crianças tenham adoecido porque lhes foi negado um brinquedo novo ou outra coisa qualquer. Mas já se teve notícias de pequenos delinqüentes que se tornaram agressivos quando ouviram o primeiro não, fora de casa. Por essa razão, se você ama seu filho, vale a pena pensar na importância de aprender a difícil arte de dizer não. Vale a pena pensar na importância de educar e preparar os filhos para enfrentar tempos difíceis, mesmo que eles nunca cheguem.(12)

“Não remova os antigos limites que teus pais fizeram” (PV. 22.28).

PRINCÍPIO DA INFLUÊNCIA

Pela maneira como a família moderna caminha a impressão que temos é que os pais estão em desvantagem no que se refere à influência sobre seus filhos. Aparentemente, eles são mais influenciados pelos amigos e pela mídia (internet, cinema, televisão, astros etc), do que por seus próprios pais. E o problema é que grande parte dessa influência é negativa. A batalha parecer ter sido perdida. Mas, a  Bíblia estabelece que a maior influência deveria partir dos pais. Eles são (ou deveriam ser) os mentores afetivos e morais dos filhos, de forma a incutir neles, por meio de testemunho pessoal e ensino constante, a vivência segundo os padrões bíblicos (Pv. 1.8).

“Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt. 6.6,7)

PRINCÍPIO DA FORMAÇÃO ESPIRITUAL

Os pais cristãos são responsáveis por fazer de seus filhos verdadeiros discípulos de Cristo. Instruí-los desde cedo sobre a leitura da Bíblia, oração, adoração e a participarem dos trabalhos da igreja, a fim de desenvolverem uma espiritualidade sadia e fortalecida, onde possam dizer: “Eu e minha servimos ao Senhor” ((Js. 24.15b).

  • Ore com (e por) eles;
  • Leiam a Bíblia juntos;
  • Louve juntamente com eles;
  • Vá para Igreja com eles;
  • Enfatize o valor e importância da Escola Dominical;
  • Ensine-lhes a santidade de Deus;
  • Explique sobre o pecado e as suas conseqüências;
  • Ensine sobre o arrependimento e o perdão;
  • Fale sobre a obra de Cristo;
  • Explique sobre seguir e confiar em Cristo.

Deus abençoe a tua família!

O presente ensaio foi usado como texto base em palestra ministrada em Cuiabá/MT

Notas

1) Revista Veja, número 2091, 17 de dezembro de 2008

2) BENTHO, Esdras Costa: A família no Antigo Testamento – História e sociologia. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 24.

3) HORTON, Michael Scott: O cristão e a cultura. [tradução Elizabeth Stowell Charles Gomes]. 2 ed. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2006, p. 36.

4) MACARTHUR JR., John: Como educar seus filhos segundo a Bíblia. 2 ed. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2007, p. 15

5) BAUCHAM JR, Voddie. In A Supremacia de Cristo em um mundo pós-moderno. Rio de Janeiro: CPAD, p. 53

6) Disponível em http://veja.abril.com.br/081097/p_084.html

7) TIBA, Içami. Quem ama, educa!. São Paulo: Editora Gente, 2002, p. 180.

8) Ibid

9) Ibid, p. 181

10) MACARTHUR JR., John, obra citada, p. 27.

11) Ibid, p. 29.

12) Disponível no site

Área de comentários

opiniões

17 thoughts on “A educação dos filhos na pós-modernidade

  1. Pingback: A EDUCAÇÃO DOS FILHOS NA PÓS-MODERNIDADE | Splog

  2. Carlos Roberto Silva, Pr.

    Prezado Valmir,
    Graça e Paz!
    Estou passando por aqui, primeiro para dizer que o artigo em tela, é um verdadeiro manual bíblico para a família cristã.
    Fui imensamente abençoado com a sua leitura.
    Aproveitando o ensejo quero registrar meus sinceros votos de um FELIZ NATAL e um PRÓSPERO ANO NOVO para o irmão e sua digna família.
    Em tempo, quero externar minha gratidão a Deus pelo seu intensivo trabalho junto a Blogosfera Cristã.
    Essa é uma semeadura, que só Deus poderá avaliar os resultados e lhe proporcionar uma promissora colheita, segundo a Sua perfeita vontade bem como para a Sua Glória.
    Felicidades!

    Reply
  3. Valmir Nascimento

    Pr. Carlos Roberto,

    Vindo do sr. tal opinião, fico contente com o fato do artigo ter contribuído de alguma forma para abençoa-lo.

    Ainda, de igual modo, registro também minha admiração pelo nobre irmão e pelo apoio que tem dado à UBE, sendo um dos primeiros que enfileirou-se no nosso projeto.

    Feliz Natal na pessoa de Cristo Jesus, e um 2009 repleto das bênçãos de Deus!

    Reply
  4. Anchieta Campos

    Caro amigo e irmão em Cristo, Valmir Nascimento, a paz do Senhor.

    Mais um ano se vai e mais um ano chega. 2008 se vai e não volta mais, mas suas lembranças ficarão, lembranças de momentos agradáveis e outros nem tanto, mas encerramos mais um ano em pé pois temos uma mão potente, mão que não se cansa de nos sustentar, a misericordiosa mão do nosso Deus.

    Neste momento renovo nossos laços de irmandade e fraternidade, e que estes laços possam se fortalecer ainda mais neste 2009 que se avizinha. Que o vínculo da paz e da defesa/anúncio do evangelho possam sempre nos unir cada vez mais por meio deste nosso santo e árduo ministério dos blogs cristãos.

    Um ótimo Natal, cheio da luz e paz que Jesus nos trouxe, e um 2009 bem melhor do que 2008, sempre com a presença do nosso Deus e da sua Palavra, é o que desejo para você e todos os seus. Amém.

    Fortes abraços.

    Anchieta Campos

    Reply
  5. Valmir Nascimento

    Anchieta,

    Obrigado pela mensagem meu irmão.

    De igual modo, desejo a você e a toda a sua família um Natal abençoado em Cristo Jesus, e um 2009 repleto de realizações segundo a vontade de nosso Deus.

    Abraço

    Reply
  6. Felipe Huvos Ribas

    Valmir, gostaria de saber se posso imprimir o texto para minha mãe ler. Obrigado e Deus te abençoe.

    Reply
  7. Viviane

    Prezado Dr. Valmir,

    Que a Paz do Senhor Jesus continue reinando sobre sua vida.

    Aprecio muito seus ensinos, e em razão da matéria abordada neste artigo, resolvi me manifestar.
    Sou mulher, cristã – lavada e remida no sangue do Cordeiro – pela misericórdia de Deus, e mãe de 1 principe de 4,11 anos e de uma princesa prestes a nascer.
    Desde que meu primogênito nasceu, me preocupo com a força e violência com que o mundo e os “terceiros” podem influenciar de maneira negativa seus caminhos, e tento educa-lo dentro da verdade bíblica em confronto com o que a pós modernidade tem oferecido.
    Sei que como pais, não podemos interferir nas experiências pessoais de nossos filhos, mas podemos influencia-los no modo como poderão reagir nestas experiências.
    Existem dois ditos muito antigos que considero em muito quando penso na educação de filhos e são:
    ” A mão que balança o berço é a mão que domina o mundo ”
    “Os pais tem duas grande missões na vida, 1ª falar de seus filhos para Deus e a 2ª, falar de Deus para seus filhos”.
    Assim, ensinando segundo a orientação de Deus, teremos filhos sadios e preparados para enfrentar o mundo.

    Saudações.

    Reply
  8. Wilk

    Olá, irmão Valmir!

    Posso copiar conteúdo seu e postar no meu espaço, para que as pessoas que passam por lá leiam?

    A Paz do Senhor Jesus esteja contigo!

    Reply
  9. Flavio da Silva Chaves

    Que Deus abençoe a sua vida. Fico muito feliz quanto encontro pessoas que ainda defendem os valores da familia. Peço permissao para utilizar o seu material em palestras em minha Igreja, uma vez, que trabalho na construçao de valores familiares.

    Reply
  10. Solange Ferraz de araujo

    Natal, 23/09/09
    Olá, irmão graça e paz!
    Muito bom seu ensaio, tenho dois filhos adolescentes e tenho mim preocupado muito com a inversão de valores em nossa sociedade e a invasão da mesma em nossas igreja.
    Estou concluindo o curso de Teologia, e o tema da minha manografia é “Relevancia da Igreja: na família pós moderna”.
    Com certeza a leitura deste foi uma confimação de que estou no caminho certo.
    Muito obrigado e que Deus continue lhe abençoando.

    Reply
  11. Solange Ferraz de araujo

    ” A Relevância da Igreja: na família pós moderna”

    Reply
  12. Rev. Wellington Silva

    Nobre e distinto servo de Deus, estando a navegar pela internet em busca de informações suplementares e atuais para um debate que estamos realizando no Rádio em Boston, USA, deparei-me com sua obra de arte. A forma clara, prática, objetiva, e, sobretudo, bíblica não deixa nenhuma dúvida que, se tivermos um batalhão de jovens brilhantes como o Doutor, a criançada que vem aí atrás de nós terá um futuro tão brilhante quanto o que estamos vivenciando e/ou ainda melhor.
    Parabéns! Siga em frente!

    Rev. Wellington Silva
    HAMMER OF GOD MINISTRIES

    Reply
  13. Tatiana Rigolin

    Olá..

    Foi uma benção a leitura de seu artigo, acabei copiando muita coisa e juntando em um estudo que estou fazendo, pois estou montando um texto reflexivo para deixar para meu esposo ler…

    Porém preciso ler e saber o que a Bíblia diz sobre a rebeldia dos filhos como lidar com isso, pois tenho duas filhas uma de 9 anos e outra de 2 anos, porém tenho passado momentos difíceis de rebeldia com a minha filha menor, ela é muito brava uma criança que sempre está fazendo birra e é muito agressiva.

    Porém não sei como lidar como a situação… pois eu sou a mãe que dou o castigo ( canto do pensamento) e meu esposo acha que o bater é a forma mais certa dela obedecer e parar com as birras… o que eu acho errado.

    Caso tenha algum comentário sobre esse assunto gostaria de ler também.

    Att,
    Tatiana Rigolin

    Reply

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