Holanda e o mito da liberação da maconha
Vocês se lembram da Holanda? Aquela que liberou o uso da maconha e tem sido usada como exemplo por aqueles que fazem apologia à sua liberação no Brasil? Ou ainda, vocês se lembram daquele velho mito de que a liberação acabará com o tráfico?
Pois então. Se você se lembra, dê uma olhada na notícia abaixo que retirei lá do blog Gente Sem Futuro.
Polícia holandesa descobre 7 toneladas de maconha em depósito
A polícia de Amsterdã encontrou 7 toneladas de maconha e haxixe em um depósito próximo ao aeroporto de Schiphol, com valor estimado de 40 milhões de euros.
Segundo a polícia, o esconderijo foi localizado no dia 17 de agosto após a prisão de um homem de 35 anos, suspeito de vender drogas. Eles também detiveram sua namorada e uma pessoa que alugava o espaço do depósito.
A Holanda tem cerca de 700 “cafés” onde a venda de maconha é permitida, mas limitada a 500 gramas em estoque. Isso significa que a quantidade encontrada poderia fornecer às lojas 20 vezes a quantidade limite.
Fotos no site da polícia mostravam um contêiner cheio de caixas de papelão, cada uma contendo tijolos embrulhados de maconha e haxixe.
A posse de pequenas quantidades de drogas leves como maconha é legalizada dentro da lei holandesa, mas o tráfico de grandes quantidades é considerado um crime grave.
Policiais holandeses já realizaram diversas apreensões neste ano, enquanto traficantes se tornam cada vez mais criativos para tentar contrabandear as drogas através dos pontos de passagem de carga — o aeroporto de Schiphol, o principal do país, e o porto de Roterdã.
Entre as grandes apreensões realizadas este ano foram encontradas drogas escondidas em remessas de uísque da Jamaica, abacaxis do Panamá e rosas da Colômbia.
Fonte: [UOL]
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Agora, vem cá: Se a Holanda não conseguiu acabar com o tráfico, o Brasil – que é o Brasil, - vai conseguir? Ah. Façam-me o favor…
Que mania de falar de Holanda. Esquece a Holanda, pesquisa sobre Portugal. Seras bem mais feliz.
Ok! Liberam a maconha. Até parece que esta é a única ou maior fonte de renda do tráfico. E a cocaína? Heroina. Ecstasy. Crack. Cola. Lança-perfume. E por aí vai. Vão liberar elas tb?
milhares de brasileiros são usuários de maconha e se qualquer um deles é pego com a referida droga, mesmo em pequena quantidade, pela polícia, é levado a delegacia, ou seja é constrangido.o alcool é liberado, vendido em qualquer esquina. o alcool tranforma as pessoas, além de ser ridículo uma pessoa bêbada pode ser perigosa e se estiver no transito pior, quantas pessoas foram mortas por causa do alcool? já a maconha que é uma droga que traquiliza o usuário é humilhado… que preconceito é esse? abaixo o preconceito…
Nos nao precisamos de mais uma droga. Grande soluçao. Por que existe uma droga livre entao temos que liberar todas. Outra caracteristica tipica de usuarios de drogas é chamar os outros que são contra as drogas de preconceituosos. Alias, tipico dos seguidores da SANTA INQUISAÇAO ESQUERDISTA de hoje. No passado. quando um católico queria calar a boca de alguem, chamava-o de Ereje ou Brucha. Nós vivemos esta mesma articulação hoje em dia. Basta chamar os outros que não concordam com a filosofia (religiao) esquerdista de fascistas e pronto. Seus problemas foram resolvidos.
o que devia ser proibido era o alcool que mata varias pessoas de varias formas diferentes direta e indiretamente, e ate pessoas que não o usam, como é o exemplo do transito. maconha não muda o carater de ninguem , so tranquiliza. e o alcool???
Em vez de maconha, vamos libera o uso de feijão, arroz carne, esta tudo pela hora da morte.
é isso falou tudo! tanto coisa boa pros governantes se preocuparem,tanta gente com fome e querem liberar mais um vício como se já não bastasse o álcool e o cigarro.
Milhares de pessoas ficam doentes por causa do álcool e do cigarro,câncer,sirose etc.Agora mais a maconha q causa até demência tudo isso pro governo pagar com o sus ou melhor pra nós trabalhares pagarem através dos impostos,enquanto para a educação ninguém investe.Ninguém faz uma marcha pra novas universidades mais para drogas todo mundo faz.Por favor ne gente se toquem.
É muito facil querer liberar a Maconha quando nunca se perdeu um filho para as Drogas , ou quem nunca teve a famila destruida pelo vicio .
Voce perder um filho pelas drogas , é uma coisa
perder para traficantes é uma coisa
mais aquele que tem a consiencia, nao se envolve com outras coisas eu ja fumei durante dois anos agora parei
nunca me envolvi com pessoas que nao prestam nunca tive uma divida e nunca usei nada alem da Ganjah
E aquele que tem consiencia do que faze Jah; Haile Selassiê cuida ! ele sabê quem esta para o bem e quem esta para loucura
entao Jah bless you e lamento a sua perda!
É isso mesmo nem fale é tão triste perder um ente querido é como se nós tivéssimos perdido a parte do corpo que a gente mais gostava.Ainda mais por causa da maconha.É tenso!!!
a liberaçao so interessa para alguns politicos q so estao pensando no imposto q irao arrecadar e nos viciados que nao conseguem enfrentar os problemas do dia dia e se refugiam na fumaça dessa maldita ervA. Já basta os embrigadfos que matam vao pra delegacia pagam uma fiança e vao embora rindo. Vcs ja imaginaram um dopado com maconha dirigindo e atropelando/ Será mais um pagando fiança e indo embora rindo. Ai nos os brasileiro iremos falar ¨fumo maconha socialmente¨ e aqueles que nao sabem se controlar como os bebados? NAO. MIL VEZES NAO.
Quer liberar a maconha, ok, libera. Mas libera tudo. Porque não é só a maconha que faz um traficante (Y)
Como disseram ai em cima, vão continuar vendendo cocaína, ecstasy, crack, e etc. Legalização da maconha NÃO VAI acabar com o tráfico.
se vcs querem liberar que libere……………eu nao fumo maconha mesmo;que se dane o mundo;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Que pena que vc pensa assim.poderia ser diferente. pois não é assim que vive em uma sociedade temos que pensar em todos pois todos são seres humanos e merecem respeito.
não é que se dane o mundo mais sim que se danem pessoas com a opinião igual a sua.
a maconha não pode ser liberada pois se assim acomtecer,vai dar um grande problema pois todos vão querer comercialisar a erva até mesmo eu e então todos vão querer virar traficante eis a pergunta,que é que vai compra se esta todo mundo vendendo?eis a questão.
OMUNDO ESTÁ VIRADO DE CABEÇA PRA BAIXO ONDE JA SE VIU LIBERAR A MACONHA PARA PIORAR O SISTEMA DE SEGURANÇA DO PAÍS COM TANTOS POLICIAIS CORRUPTOS BANDIDOS EN VES DE PROTEGER A SOCIEDADE CAUSA MAIS PANICOS, SE LIBERAREM A MACONHA HAERÁ ATE GUERRAS INTERNAS…
SEM COM TAR COM AS FAMILIAS QUE SERÃO DESTRUIDAS POR CAUSA DESSA DROGA
É isso aí é bom saber que há pessoas que AINDA LUTAM PARA A MELHORIA DE UMA SOCIEDADE POIS SOU NOVA, MAIS COM UMA CONSCIÊNCIA super formada uma opinião formada sobre o que eu quero para mim e para minha familia apesar de que se concelho não é bom porque se fosse bom não se dava e sim vendia ainda me arrisco pois minha opinião é que vale!!!
na verdade há muitos de que discordam dessa visão,com base de argumentos poderosos mais a liberação da maconha aumentará o consumo e mais pessoas vão querer experimentar mais pessoas vão ficar dependentes dessa droga miserável.e a liberação da maconha é a chave para que daqui a um tempo vão querer legalizar outros tipos de drogas,e sem ser liberada já estamos vendo pessoas morrerem com a droga e se liberar? Mais gente sofrerá de psicoses esquizofrenia e outros males associado a essa droga. mais gente morreria e mais familias sofreriam ao perder um parente querido pois por pior que seja ele fará falta para alguém.Legaliza-la significa torna-la disponível, vocÊ quer isso mesmo?pense bem pois se ponha no lugar de um parente que ao perder um ente querido sofre.
ionara soares de almeida. 8 serie 15 anos de idade.
Salobrinho Ilhéus/bahía/
O GOVERNO DA HOLANDA CONFIRMA: MACONHA FAZ MAL À SAÚDE
Milton Corrêa da Costa
A chamada “corrente progressista”, encabeçada no Brasil pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que objetiva a descriminalização e legalização de drogas, a começar pela maconha, inclusive com direito a cultivo para uso próprio, acaba de sofrer um duro revés. A Holanda anunciou, nesta sexta-feira, uma política de menor tolerância com a maconha. O governo holandês declarou que vai nivelar a chamada “maconha de alta concentração”, vendida no país, na mesma classificação de tóxicos como a cocaína e o êxtase, drogas consideradas pesadas. O ministro da Economia da Holanda, Maxime Verhagen, afirmou que a droga, com mais de 15% na composição de sua substância psicoativa, o tetrahidrocanabinol (THC), tem uma potência muito maior do que a forma mais leve da erva. Segundo ele, o tóxico “causa um prejuízo crescente na saúde pública do país”. A medida é o passo mais recente do governo holandês para tentar reverter a notória política de tolerância da Holanda com as drogas.
Assim chega-se á conclusão, após diferentes estudos e pesquisas empreendidas aqui citadas, que a cannabis não é tão inofensiva e recreativa como alguns imaginam. O hábito de fumar maconha, mesmo em pouca quantidade, pode danificar a memória, segundo recente estudo elaborado pela Universidade Federal de São Paulo(UNIFESP). Quando o uso é crônico e se inicia antes dos 15 anos de idade, o risco é ainda maior, devido ao efeito tóxico e cumulativo do tetrahidrocanabinol (hoje mais potente pelas mutações genéticas), no desempenho cerebral.
Ficou constatado, por exemplo, que no exame toxicológico efetuado no jovem Carlos Eduardo Sandfeld Nunes, de 24 anos, assassino confesso do cartunista Glauco Villas Boas e do seu filho Raoni, fato ocorrido, no ano de 2009, em São Paulo, que ele se encontrava sob o efeito de maconha no momento do crime. Ressalte-se que Cadu, apelido do homicida, fumava cannabis desde os 15 anos, não estudava nem trabalhava , passando a traficar a droga e apresentava surtos psicóticos (alucinações e delírios).
Tal fato remete-nos a uma pesquisa – foi publicada tempos atrás nas páginas da Internet com notícia originária de Londres – onde mostrou que jovens que fumam maconha por seis anos ou mais têm o dobro de possibilidade de sofrer de episódios psicóticos do que pessoas que nunca fumaram a droga. As descobertas fortalecem uma pesquisa anterior que relacionam psicose à droga, particularmente em sua forma mais potente, o skunk. Apesar da lei que proíbe, em alguns países, o consumo da cannabis e outras formas, cerca de 190 milhões de pessoas são usuárias de maconha no mundo, segundo estimativa da ONU, o que envolve 4% da população ativa. O país com o maior número de consumidores é a França.
John McGrath, do Instituto Neurológico de Queensland, na Austrália, estudou mais de 3.800 homens e mulheres nascidos entre 1981e 1984 e comparou seus comportamentos, após completarem 21 anos de idade, para perguntar-lhes (já eram pacientes) sobre o uso da maconha em suas vidas, avaliando os entrevistados para episódios psíquicos. Cerca de 18% relataram uso de maconha três anos ou mais, cerca de 16% de quatro a cinco anos e 14% durante seis ou mais anos.. Comparados aos que nunca haviam usado cannabis, jovens adultos, que tinham seis ou mais anos desde o primeiro uso da droga, tinham duas vezes mais chances de desenvolverem psicose não afetiva, como esquizofrenia, disse McGrath, conforme estudo publicado na revista de psiquiatria “Archives of General Psychiatry.
Mais uma voz responsável surge para acabar com essa ideia de que a maconha é uma droga inofensiva. A diretora do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (Nida, em inglês), a mexicana Nora Volkow, jogou mais uma pá de cal nessa falácia: “ Há quem veja a maconha como uma droga inofensiva. Trata-se de um erro. Comprovadamente, a maconha tem efeitos bastante danosos. Ela pode bloquear receptores neurais muito importantes. Estudos feitos em animais mostraram que, expostos ao componente ativo da maconha, o tetrahidrocanabinol (THC), eles deixam de produzir seus próprios canabinoides naturais (associados ao controle do apetite, memória e humor). Isso causa desde aumento da ansiedade até perda de memória e depressão. Claro que há pessoas que fumam maconha diariamente por toda a vida sem que sofram consequências negativas, assim como há quem fume cigarros até os 100 anos de idade e não desenvolva câncer de pulmão. Mas até agora não temos como saber quem é tolerante à droga e quem não é. Então, a maconha é, sim, perigosa” – afirmou a psiquiatra que conduziu na década de 80 os estudos comprovando que a cocaína causa dependência química, além de graves danos ao cérebro.
Assim sendo, ainda que conclusões científicas precisem ser relativizadas mormente quanto a um tema tão polêmico – cada caso é um caso – não se pode desconsiderar tais estudos. A busca de estados alterados de consciência, através do uso de drogas ilícitas -não estamos falando das drogas livres sob o ponto de vista legal e jurídico nem das controladas por receita médica- é própria da espécie humana desde a antiguidade e os progressistas vem afirmando, cada vez com mais ênfase, que o mundo definitivamente perdeu a guerra contra as drogas ilícitas. Ou seja, a política atual seria um verdadeiro fracasso e o caminho do bom senso seria a descriminalização do uso de drogas. O estado não teria inclusive o direito de proibir o uso. A grande vantagem seria o enfraquecimento do crime organizado, sem falar na redução da corrupção policial que a ilegalidade da droga sempre proporciona.
Tais argumentos são válidos não resta dúvida, até porque abstinência total de substâncias entorpecentes ilegais seria utopismo imaginado pelos conservadores. Obviamente que o mundo sem drogas não existe. As drogas sintéticas e as ‘legal highs’, fabricadas em geral nos países mais ricos, são inclusive as que tiveram maior aumento de consumo nos últimos anos. A questão é saber- não há certeza sobre tal dúvida- se uma política de enfrentamento ao problema com a descriminalização seria de fato o cerne da estratégia que propiciaria o efetivo controle do estado e a consistente redução de danos. Há que saber também quanto se gastaria com despesas de recuperação de dependentes numa política mais permissiva.
Registre-se que apesar do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack o país não está conseguindo conter a epidemia do uso da chamada ‘droga da morte’. Tal plano não tem sido capaz de atender a 1/3 dos 95% dos municípios envolvidos com a gravíssima questão que põe em risco toda a juventude. As cracolândias espalham-se rapidamente pelo país. O oxi, droga mais devastadora ainda que o crack, também já está presente em 13 estados brasileiros, fazendo crescer a ameaça aos mais jovens.
Por outro lado, num recente debate, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, concluiu-se que a venda indiscriminada de bebidas a jovens, sem o devido controle, além de funcionar como uma espécie de porta de entrada para o consumo de outras drogas, seria argumento suficiente para derrubar qualquer inciativa de liberação do consumo de drogas no país. Sobre o perigo do crack. O médico psiquiatra Emanuel Fortes Silveira Cavalcanti, representante da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), presente ao debate da comissão do Senado, lembrou que o consumo da droga tem aumentado no país e que, em Goiás, por exemplo, 60% dos julgamentos de crimes têm como réus usuários da droga. Ele não poupou críticas à “falta de controle” do governo sobre as indústrias químicas que fabricam éter e acetona, insumos fundamentais para o refino da cocaína e, por consequência, do crack, que é um derivado da droga.
A realidade é que descriminalizar e legalizar drogas no país pode ser um verdadeiro tiro no pé. Neste caso a emenda poderá ser pior que o soneto. À sociedade e ao governo fica bem claro que o melhor caminho continua sendo a prevenção e o tratamento para recuperação dos dependentes e os “usuários recreacionais”, ainda que também estes financiem os fuzis do tráfico e a violêncis. A Holanda acaba de constatar e mostrar ao mundo que quando o assunto é drogas não há verdades absolutas e acabadas. Por enquanto, no Brasil, a guerra às drogas tem que prosseguir. O país não pode virar palco permissivo de uma legião de jovens drogados, amotivados e sem rumo.
Milton Corrêa da Costa é coronel da PM do Rio na reserva